8 de fevereiro de 2009

More em Deus!

Nossa cidade está crescendo rápido, como nunca antes. A cada dia que passa torres, conjuntos, prédios e todo tipo de construções habitacionais se levantam. Eu não sei o que vocês pensam a respeito disso, mas eu sempre fico me perguntando de onde é que vem tanta gente pra se morar em Aracaju, como também não sei até onde irá a gula das construtoras, que conseguem construir imensos edifícios até em solos de “ex-mangue”. O fato é que o setor cresce, e, se cresce, é porque as pessoas estão comprando casas próprias, alcançando o quase unânime sonho brasileiro de ter um lugar para chamar de seu. Uma casa de fato não é qualquer coisa; mesmo que seja pequeninha ou não tenha tudo o que seu dono deseja, ela se torna um dos maiores patrimônios que alguém pode ter. Não importa o tipo ou o tamanho, o luxo ou a simploriedade: a casa é asilo inviolável, conforme a Constituição Federal (art. 5º, XI).
“Todo homem precisa de um lugar para ir”, já disse Dostoiévski pela boca de um dos seus personagens de “Crime e Castigo”. Nada mais verdadeiro. Recarregar as baterias, ter um ponto de apoio, um lugar para confraternizar-se com os seus, e tantas outras coisas que fazemos em nossos lares são fundamentais para o andamento saudável da vida. Entretanto, se não temos um lugar para fazer tudo isso, ou, temos, mas não é um lugar sadio, hígido, nossas vidas correm sérios riscos de serem contaminadas pelas influências destruidoras de uma casa mal arrumada, suja, centro de conflitos e desassossegos. E se somos seres espirituais (pois somos um espírito que mora em um corpo de carne), logo, o lugar onde fazemos convergir a vida do nosso espírito é muito mais decisivo do que onde fazemos deitar o nosso corpo cansado no fim do dia. Então pergunto, onde fazemos o nosso espírito repousar? Onde habita o nosso espírito?
Alguns vivem no dinheiro e naquilo que podem comprar com ele. Passam a vida inteira tentando acumular riquezas, independente do que tenha que ser feito para que sua conta bancária atinja patamares dignos de Sílvio Santos. Curtem aquilo que pode ser comprado, e aquilo que não pode, tenta-se ora bolas! Roupas de marca, casas-castelo e viagens para os confins da terra vão tentando (sem sucesso) preencher o vazio da alma.Se não tiverem dinheiro no bolso chegam a ficar com traços depressivos. Outros vivem no sexo. “Ficar” e “Pegar” são esportes; pra qualquer lugar que se vá, sempre os olhos estão bem abertos para as “oportunidades”; afinal de contas, é bom mesmo e tem que se aproveitar enquanto se tem forças, é o que pensam. Há ainda alguns que vivem na vaidade, construindo reputações, aparecendo em televisões, programas de rádio, palcos, altares e púlpitos, adquirindo títulos, cátedras, honrarias, ou qualquer tapinha nas costas de um poderoso-chefão qualquer. Muitos outros lares de espírito poderiam ser citados aqui, e garanto que todos eles levariam ao mesmo fatal destino: a morte em todos os sentidos. Aprendamos com o homem segundo o coração de Deus, o rei Davi.
“Sê Tu minha habitação forte, à qual possa recorrer continuamente” (Salmo 71:3). Davi pedia ao Senhor para ser sua habitação! Se fosse um pedido jurídico, podemos dizer que o que Davi pedia era que o Senhor fosse o seu domicílio, porque este (segundo juristas) é o centro principal da sua atividade, com ânimo definitivo. O seu domicílio é onde você se estabelece com vontade de permanecer pra sempre. “Alegrei-me quando me disseram: ‘Vamos à Casa do Senhor! ’”; “Melhor é um dia nos Teus átrios do que mil noutro lugar; prefiro ficar à porta da casa do meu Deus a habitar nas tendas dos ímpios”. Fica claro que o domicílio (ou a habitação) do espírito de Davi era o próprio Deus e Sua casa. Até hoje não há rei em Israel mais respeitado do que o filho de Jessé, ao ponto do Messias ser conhecido como filho de Davi, e Jerusalém a sua cidade. O amor de Deus faz isso: apesar do pecado que habita em nós e da repugnância que isso causa aos olhos do Senhor, Ele ainda assim deseja que tanto moremos nEle como Ele more em nós.
O problema das pessoas hoje em dia (e, com grande tristeza, a maioria dos crentes também) é que a Casa de Deus e Ele mesmo não são vistos nada mais do que uma casa de veraneio, um posto de saúde espiritual ocasional, no qual cada um vai a busca de um remédio pra seu problema, neurose, endividamento, problema conjugal ou com os filhos, catarata, câncer, prisão de ventre ou todo e qualquer tipo de mal. Depois, quando consegue o que quer, dá as costas e vai embora com mais um bom serviço celestial prestado. E dar as costas não acontece só indo embora de fato: muito crente fica somente de corpo presente na Igreja, não se importando em crescer, dar testemunho, expandir o Reino ou tão-somente cultivar uma vida com Deus, mas não sai por medo de ser castigado ou para “não deixar de pagar a benção” (como se Deus precisasse disso). Não há erro nenhum em se buscar a Deus com esse intuito, pois Ele é Deus que cura a todos, e tem medicamento pra males físicos, mentais e espirituais. Ele governa sobre toda a humanidade e o Seu amor abarca todas as nações e povos, fazendo com que bênçãos e vitórias sejam derramadas sobre justos e ímpios, crentes, espíritas, católicos, ateus, etc. O verdadeiro problema é considerar o Pai e buscar Sua face apenas de vez em quando, só se achegando ao Seu colo quando a situação não tiver mais jeito aparente de se solucionar. Corre-se pra Deus quando “a coisa tá preta”, e pronto, acabou aí. Não pode ser assim! Davi sabia que Deus queria e quer nos ter a todo o momento. O homem segundo o coração de Deus elegeu, de forma consciente e com vontade dirigida, o Senhor como seu domicílio, como sua habitação.
Jovem, em nome de Jesus, ESCOLHA o Senhor como sua habitação; deposite nEle as suas vontades, os seus projetos profissionais, seu sonho amoroso, seus conflitos com outros, seus medos, suas amizades e sua família. MORE no Senhor; isso significa pegar tudo o que você tem, levantar e dizer: “Toma Pai, cuida disso pra mim. Eu só vou me preocupar agora em Te agradar e Te servir. Todo o resto o Senhor vai me dar porque Jesus assim falou. Como o Senhor não mente jamais, então eu topo.” Não saia de Deus. Só Ele tem a felicidade completa pra sua vida, e, principalmente, as palavras que dão a vida eterna. Pare de bancar o cigano, morando aqui e ali, ora no dinheiro, ora no sexo, ora em qualquer outro lugar. Viva em Deus e fique lá. Você não se arrependerá.

1 de fevereiro de 2009

SEJA LIVRE!

Sou livre, na liberdade que Cristo me concedeu. Sou livre para concordar e discordar; para aceitar e repudiar; para rir e chorar..., livre para viver com a consciência que é minha, dada pelo Pai, em concordância com o fluir do Espírito em mim. A prisão da religião e as cadeias da “igreja” têm sufocado muita gente boa de Deus.
Viver em fé, como manda a Palavra, é viver absorvido pela Graça que não enxerga no homem o seu proceder, mas apenas se derrama sobre ele como favor imerecido. Quando isso acontece, o Espírito nos invade, sendo Ele próprio o mentor das mudanças que confiadamente realizaremos apartir de então. Se tivermos o Espírito Santo como Guia, Jesus como Senhor, e Deus como Pai, a quem mais precisaremos recorrer para ter certeza de que nossas atitudes são bem vistas por eles? E se não são bem vistas, como duvidar de que o próprio Espírito nos advertirá quanto ao mal que estivermos cometendo? Ter essa certeza é ser livre para viver o melhor de Deus para nós. Foi o próprio Jesus quem disse que se pretendemos agradar a Deus, cumpre obedecer a sua vontade, e o maior dos mandamentos está justamente em pincelar tudo que fazemos com o mais puro e genuíno amor dado pelo Pai. Sem amor, nada se aproveita! No amor há liberdade!
Quanta confusão meu Deus! Quanta negação fajuta tomada em nome de Deus, enquanto o camelo vai descendo goela abaixo. Além de toda essa presença divina nos envolvendo, como mencionado acima, nós ainda contamos com a revelação das escrituras, quando lida sem pretensões maiores do que está posto, para nos ajudar a enxergar o mundo, a enxergar o nosso umbigo, e a enxergar Deus. Tudo para não nos tornarmos “justiça própria”, para não imaginarmos que pelo muito esforço obteremos a redenção.
Tenho visto alguns procedimentos de “gente crente”, que realmente me entristecem. Recentemente soube de um crente, de uma das igrejas mais conhecidas no Brasil, que sofre desse mal já relatado. Casado, com três filhos, vivendo em situação bastante humilde (utilizando-me desse atenuante, para não dizer que vive na pobreza); este irmão não aceita que a sua esposa faça a cirurgia para ligar as trompas, com o intuito de não mais vir a ter filhos. Apesar de não desejar mais filhos, para ele, fazer tal coisa é como cometer pecado de morte. Quando interrogado sobre o porquê de pensar assim, simplesmente disse: “Enchei a terra! Ordem de Deus!”. Isso é que é tomar um texto, fora do contexto e fazer dele pretexto para uma maluquice dessas. Encontrei esse mesmo irmão tempos antes dessa declaração, dizendo que ia matar as galinhas de um velhinho, que é seu vizinho, se elas entrassem mais uma vez no seu terreno para sujar tudo por lá. Como esse irmão tem muita gente por aí.
Um outro dia ouvi alguém dizer que o jovem cristão só pode dançar e se alegrar, quando é na presença do Senhor (dentro da “igreja”), e como manifestação da sua adoração a Deus. Para quem entende que sua vida é fruto do amor incondicional de Deus pelo homem, e tem essa declaração cravada em seu coração para dirigir a sua conduta diária, tudo é adoração! Uma simples caminhada ao fim da tarde, uma despretensiosa conversa entre amigos, no degustar de um bom vinho, em sentir as ondas baterem nas suas canelas, ao sentir a geada chegar, no toque carinhoso de um grande amor, em se perceber vivo! Tudo pra estes se transforma em adoração, porque em tudo reconhecem a natureza das coisas criadas. Sendo assim, apesar de não estarem diante de um cantor “gospel”, de não estarem em algum culto evangélico, ou ainda de não estarem sentido “sensações” espirituais que os façam grudar na parede ou rolar no chão... eles se alegram nas formas mais naturais da vida. Posso ouvir uma boa música (independente de ser “gospel” ou não) e me alegrar com ela, posso ver uma cena engraçada e cair na gargalhada, posso sentir o vento na cara a 100 por hora e soltar aquela cara de contente, posso comer uma suculenta costela no bafo e sorrir quietinho no meu canto, posso cheirar o aroma do meu amor e nele me deleitar. Quando eu adoro, Deus se alegra; e quando eu me alegro, estou adorando. Em todos os sentidos, eu me alegro. Quem tenta podar a alegria de um jovem que tem em Jesus o seu tesouro, retira dele a liberdade que o próprio Cristo concedeu. Foi para liberdade que Cristo nos libertou, não para sermos oprimidos por procedimentos religiosos. O jovem que pretende viver essa alegria em Cristo deve ler a palavra da verdade, a palavra que liberta, da forma menos “teologizada” quanto possível. Deixar que o próprio Espírito seja o seu tutor, sem maiores interpretações; “hermeneutizando” mesmo desconhecendo a hermenêutica.
Como é bom viver assim, sem procedimentos fixos e intransferíveis, e mesmo assim proceder corretamente; sem regras de conduta pré-estabelecidas, e mesmo assim não me tornar um arruaceiro da fé; sem repetições cansativas, e mesmo assim ser ouvido; sem ser perfeito, e mesmo assim encontrar em Jesus a salvação. Para quem crê que Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, e que há um só Deus e um só Senhor; sabem que o alimento, o som, a dança, a bebida, o cigarro, ou qualquer outra prática desse mundo, não são um mal em si mesmos, nem santificam e nem amaldiçoam ninguém. O que santifica é a palavra e o que causa maldição é aquilo que sai da nossa boca. O alimento em excesso pode lhe causar mal-estar, um som ruim pode lhe deixar depressivo, a dança acompanhada de sensualidade pode trazer más companhias, a bebida pode destruir com seu fígado, e o cigarro no mínimo vai acabar com seus pulmões. Isso tudo faz muito mal para o seu corpo. E é claro que procedimentos como esses sempre acabam rebatendo na alma dos praticantes, e também por isso devem ser abandonados no decorrer do caminho. Se há alguém que já aceitou a Cristo, mas ainda não abandonou certas práticas, não deve ser tratado como um estranho, um separado, um condenado ao inferno. Viciado que deseja verdadeiramente ser liberto do vício, para Deus já está liberto.
Para quem duvida do que está escrito aqui, é só ler alguns trechos da palavra e tirar suas próprias conclusões: Romanos 14; 1 Coríntios 8; Gálatas 5; Colossenses 2. Que ninguém se deixe escravizar, mesmo por pretextos religiosos. Quando o apóstolo Paulo alerta sobre isso, não fala de procedimentos da “carne”, mas de procedimentos da religião que dominavam aquelas sociedades. Seja livre como a águia, e voe mais alto do que qualquer algoz possa te alcançar; no pico estabeleça o seu ninho, e sinta o criador logo acima.

3 de janeiro de 2009

A Majestade ao Rei dos Reis

Louvar a Deus é o nosso objetivo maior, nossa "função" nessa vida, e isso é incontestável. Independente do que faço ou como faço, devo sempre ter em mente que devo buscar o louvor ao Único que é digno de ser louvado (1Co 10:31). Obviamente que, com o passar do tempo, vamos absorvendo algumas palavras, algumas expressões, que de tão faladas, ouvidas e repetidas, acabam perdendo toda a sua significação. As palavras são apenas conjuntos de signos linguísticos que se referem a alguma idéia, coisa ou mensagem; se esses símbolos perdem a ligação com aquilo que simbolizam, não valem nada, pois, perdem a sua razão de ser (na linguagem jurídica seria a famosa "letra morta").
Deus criou a música e eu não tenho dúvidas disso. Seu servo, o rei Davi, era músico e dos bons (até hoje cantamos suas letras). Eu estava ouvindo uma música nova de uma banda que gosto muito (chama-se Oficina G3), e me intriguei quando ouvi o refrão. Nele, ouvimos que devemos dar "a majestade ao Rei dos Reis (...)". Fiquei pensando naquilo e um conflito de conceitos teve início interiormente. Pra mim, "majestade" sempre foi sinônimo de "rei, princípe, imperador, etc"; como é que ele diz que devo dar a majestade ao rei dos reis? Consultei o bom e velho Aurélio e lá achei as seguintes definições para majestade : "Grandeza suprema; elevação, superioridade, sublimidade". Depois dessa consulta (perdoem-me minha ignorância) tudo ficou claro, e os conceitos se definiram. Agora posso dizer que quando digo e canto "a majestade ao Rei dos Reis" sei o que de fato essas palavras simbolizam. Agora não são mais "letras mortas", pois o Espírito Santo as vivificou e as deu significação para mim (2Co 3:6).
Deus é Deus e ponto final, independente de minha crença nEle ou não, e isso não afetará Sua grandeza e Sua elevação diante de tudo e todos. Muitos "deuses" foram fabricados pelas várias culturas mundo afora, mas só há um único Deus, o Eu Sou (Is 44:6; 45:5), que se manifestou ao mundo através de Jesus Cristo, o Salvador do mundo e Senhor sobre todas as coisas, para resgatar todos aqueles que crêem no Seu poder. Muitas doutrinas filosóficas existem, as quais cultuam a saúde do "ego" pra se ter paz interior e "elevação"; também há movimentos científicos ateístas, materialistas, agnósticos, que negam que Deus existe, ou, que existe, mas que para nós, seres humanos, é impossível sequer definí-lo; todavia, nada disso O afeta. O que realmente toca Deus, o que de fato mexe com o coração do Pai, é quando eu O entronizo como Rei dos Reis, quando reconheço o Seu infinito poder, Sua glória eterna, e assim, reconheço-O como superior, como sublime, como majestade.
Não é à toa que Deus admira quem O teme e reconhece que não é nada sem a misericórdia divina. "A este eu estimo: ao humilde e contrito de espírito, que treme diante da minha palavra" (Is 66:2). Somente pode temer ao Senhor e tremer diante de Sua palavra quem O reconhece como Deus supremo, fiel e justo, que vê tudo e sabe de tudo. Ao nos humilhar-mos diante de Deus, nós dizemos a Ele quem verdadeiramente somos e do que somos feitos: pó. Quebrantar o coração e o espírito é a melhor forma de chamar a atenção do Rei. A verdadeira essência da adoração nada mais é do que isto: declarar que só o SENHOR é Deus, que dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas, e que não somos nada sem a Sua misericórdia e Seu amor.
E para fazer isso não é vital saber cantar ou tocar alguma música. Eu entronizo a Deus, declarando que Ele é dono de tudo quando dou meu dízimo e minhas ofertas, e assim, falo sem palavras que na minha matemática devolver e dar meu dinheiro pra Deus não é subtração, mas multiplicação. Quando oro e dobro meus joelhos, mostro que tenho reverência (assim como até hoje se prostra-se diante de monarcas) e, dessa forma honro a Deus. Quando submeto-me à liderança de meus pais ou do meu pastor (mesmo que discorde totalmente, ou não me agrade nem um pouco fazê-lo) demonstro que sei que o Senhor é Deus, e que ele colocou autoridade nessas pessoas para me guiar, me ensinar, disciplinar e amar. Até mesmo com o uso da tão antiga e corriqueira expressão "graças a Deus" eu elevo Deus acima de mim mesmo, das minhas capacidades e da minha sorte. Essa frase tão bobinha, quando dita tendo-se a real consciência do que ela significa, glorifica o Senhor de forma tão grande, inversamente proporcional ao seu tamanho gráfico, que deve deixar Deus emocionado. Imagine alguém que realizou uma façanha gigante, um recorde imbatível, ou alguém que escapou da morte sem explicações. Então, quando perguntado sobre como fez aquilo ou como conseguiu se safar, a pessoa olha pra dentro de si, olha pra o céu e não diz mais nada, a não ser "graças a Deus". O céu deve se abrir pra essa pessoa na hora. Dar a Deus o que é de Deus, conforme nos disse Jesus (Lc 20:25) é isso: dar TUDO pra Ele, sabendo que ainda assim é o melhor a se fazer, porque ninguém vence Deus no dar (como sempre nos ensina nossa pra. Cida).
Jovem, reconheça Deus como seu verdadeiro Senhor. Viva sua vida tendo sempre em mente quem você é (nada!) e quem Ele é (tudo!). Deus é o único que pode dizer "Eu sou..." porque não depende de ninguém pra existir. "Humilhem-se diante do Senhor e Ele os exaltará" (Tg 4:10). Mas não fique se sentindo um lixo, um "zé mané" na vida; pelo contrário! Lembre-se que se você der a Ele o que é dEle, Ele te dará todas as coisas em troca, assim como já fez, entregando Seu filho Jesus por você. O amor dEle por ti dura pra sempre.
"Louvem todos o nome do Senhor, pois somente o seu nome é exaltado, a sua majestade está acima da terra e dos céus" Salmo 148:13