16 de junho de 2010
Resgatando a mensagem de Jesus para a compreensão do fenômeno Jesus

Obs: Muito bom e biblicamente correto texto.
"Não precisamos ir muito longe para percebermos a diversidade de “Jesuses” que existe no mercado. Tem “Jesus” pra todo gosto. Em muitos lugares louvores são entoados a essas entidades que carregam o mesmo nome, mesmo que não sejam semelhantes avaliadas suas características.
São tantos “Jesuses” que a maioria das pessoas não percebeu o óbvio – O Jesus do Evangelho é o mais desconhecido de todos. Concordo com Nolan quando disse que “Jesus tem sido mais frequentemente honrado e venerado por aquilo que ele não significou, do que por aquilo que ele realmente significou. A suprema ironia é que algumas das coisas, às quais ele mais fortemente se opôs na sua época, foram ressuscitadas, pregadas e difundidas mais amplamente através do mundo – em seu nome. Jesus não pode ser totalmente identificado com o grande fenômeno religioso do mundo ocidental, conhecido como cristianismo”. (Albert Nolan – Jesus antes do cristianismo)
Para um resgate de Jesus em nossa sociedade não é proclamando seu nome que hoje se confunde com as cópias que carregam a mesma nomenclatura, mas através de um resgate da mensagem do Nazareno, que uma vez crida, porá fim a este mercado gospel que se estabeleceu em seu nome.Precisamos deixar de lado todas as nossas imagens de “Jesus”, conservadoras, progressistas, devotas, libertárias e acadêmicas e mergulharmos no ensino do Evangelho.
Segundo os escritos neotestamentários Jesus tinha toda a sua atenção voltada aos pobres (mendigos, doentes, desempregados, viúvas, órfãos, operários diaristas, camponeses, escravos e os pecadores – desviados dos costumes tradicionais) – aqueles que dependem da misericórdia de outrem. Que lhes eram retirados o direito ao arrependimento, pois todo processo religioso de purificação custava muito dinheiro.Além de levarem toda espécie de vitupério, como ter que em suas doenças, ou desgraças serem vistos como castigados por Deus. Jesus escolheu estar entre os pobres e aceitando os pecadores como iguais, Jesus afastava deles a culpa, a vergonha e a humilhação – é isso que significa perdão.
E o que movia Jesus era a compaixão. Por esta escolha, e pelo seu ensino que denunciava toda forma de opressão e exclusão do próximo, Jesus atraiu como inimigo os religiosos de sua época.Os fariseus (linha religiosa dominante em Israel) foram os principais antagonistas de Jesus, talvez pelo fato de os saduceus não crerem nas coisas que Jesus defendia (ex. ressurreição dos mortos).
O universalismo de Jesus chocava-se com o exclusivismo farisaico. A liberdade de Jesus chocava-se com as abluções ritualísticas dos fariseus, as quais considerava tradições de homens. Por afastar-se fundamentalmente da concepção vigente a respeito da lei em seus ensinamentos e ações, Jesus entrou em conflito com os escribas, os rabinos, que interpretavam a lei de acordo com a tradição. A reação do sacerdócio a Jesus se deu mais por questões políticas do que religiosas.
Entre os pobres Jesus anuncia sua mensagem revolucionaria: O Reino, Reino de Deus ou Reino dos céus ou ainda vida e vida eterna. Trata-se do reino Daquele que está no céu. Não se refere a um reino que está no céu ou que vem do céu. A idéia de um mundo celestial não se encontra na mensagem primitiva. Jesus com toda probabilidade a um só tempo falou de uma vinda presente e futura do reino de Deus. Anunciava o juízo, a vinda do filho do homem como confronto de Deus com a história, e o irromper do Reino, que tem em suas obras apenas sementes, e esse Reino vem de Deus também por meio da ação humana.
Para Jesus a vinda do reino de Deus não está incluída na história e subordinada à mesma, mas dá ao mundo presente bem como ao futuro sua feição, consumando-a numa nova criação.Esse era o tema de Jesus. Ele não se ocupou com outros temas, não discutiu teorias da origem do mal ou da miséria. Não se deteve em dilemas dualistas. Mas por meio de sua mensagem desafiou o sistema de classes, apontando o Reino com um Reino de partilha, onde não haviam privilegiados. Um Reino das crianças, sem grandeza, status, prestígio. Cabe aqui citar novamente Nolan: “Aqueles que não possam suportar que os mendigos, ex-prostitutas, empregados, mulheres e crianças sejam tratados como seus iguais, aqueles que não possam viver sem se sentirem superiores, ao menos em relação a algumas pessoas, simplesmente não se sentirão em casa no reino de Deus, tal como Jesus o compreendia. Esses vão querer se excluir do Reino.” (Albert Nolan)
A mensagem de solidariedade universal de Jesus que chamava Deus de Pai e os homens de irmãos desafiava todos os grupos exclusivistas. E foi por não abrir mão dessa mensagem que tramaram a morte de Jesus, que morreu voluntariamente para que o Reino pudesse vir.Jesus não fundou uma organização, ele inspirou um movimento.
Jesus não estabeleceu sucessores, mas chamou gente para crer no que Ele cria. A pergunta que temos que é fazer é: Cremos no Reino de Deus? E se cremos porque ainda não fizemos nada a respeito?"
Ivo Fernandes
Fonte: http://ivofernandes.blogspot.com/
28 de maio de 2010
A "revolta" das igrejas!

REPASSANDO
Tsc, piada....
25 de maio de 2010
Humor Cristão – Com muitas piadas e risos, grupos utilizam a comedia Stand Up para evangelizar. Assista os vídeos e entenda
Por seguir a Jesus o cristão deve…. gargalhar de felicidade! Foi pensando nisso que atualmente vários grupos de Stand Up Cristão estão se formando em todo país, seguindo a nova tendência estadunidense.Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Stand Up é um tipo de comédia em que apenas um comediante se apresenta em pé, daí o nome stand up, sem nenhum tipo de figurino especial. Ele se difere de um monólogo tradicional por ter o recurso da improvisação e ter sempre textos engraçados. Alguns comediantes se referem a esse tipo de teatro como “humor de cara limpa”.
O gênero faz sucesso nos Estados Unidos desde o início do século. No Brasil vários grupos se formaram, dentro os mais famosos está Clube da Comédia Stand Up, formado por Marcelo Mansfield, Marcela Leal, Oscar Filho e Danilo Gentili.
Aproveitando o sucesso da comédia, cristãos evangelizam e fazem os crentes rirem por meio do Stand Up. Um desses grupos cristãos é formado por pessoas do Jovem da Verdade. Além do conhecido grupo de teatro e o podcast, a trupe agora criou o “Rato de Palco”.
O Ministério, que tem por objetivo “itinerante de recreação, peças de teatro e pregação em acampamentos e congressos em todo o Brasil. O desejo do JVnaEstrada é levar para os acampamentos a mesma qualidade e alegria dos acampamentos que o Jovens da Verdade tem promovido em seus 40 anos de existência”, faz suas apresentações em acampamentos e em treinamentos de liderança realizados em sua base em Arujá, SP.
Seguindo o mesmo modelo americano, a trupe, além de fazer improvisação, com exercícios como o “congela”, também conta histórias bíblicas e sobre vida cristã de uma maneira engraçada e peculiar do gênero.
Outro grupo bastante conhecido entre os evangélicos é o “Stand Up Gospel Comedy”. “Queremos mudar um pouco aquela idéia de que para ser um cristão, a pessoa não pode ser bem humorada. Rir não é pecado!”, disse Dennys Ramos, integrante da trupe.
Nos Stand Ups cristãos é proibido falar palavrão e fazer piadas com conotações sexuais. São contadas histórias bíblicas e sobre a vida cotidiana de uma forma engraçada sem o apelo aos pecados da carne. “Não precisamos destes apelos para rir. A vida nos apresenta outras formas de humor que são pouco exploradas, mas que terão muito espaço no stand up”, explicou Ramos.
Nos Estados Unidos o grupo “Apóstolos da Comédia” faz muito sucesso. Os integrantes, que comungam na igreja Grandview Assembléia de Deus, ganharam até um a produção de um filme a respeito do grupo.
“Por anos a igreja não viu a comédia como uma ferramenta viável para o ministério. Mas olhe que faz comédia para a alma. Ela quebra os muros. É ótimo levar as pessoas para a igreja e elas darem risada”, disse Allan, um dos integrantes.
O pastor da Grandview Assembléia, Todd Matchett disse que os cristãos devem, além de evangelizar, terem bom humor, porque essa característica influencia pessoas. “Muitos cristãos não são conhecidos por sua luz e suas risadas. Muitos pensam que os cristãos não gostam de rir. Isso nos dá a oportunidade de pintar um quadro diferente”.
Uma das defesas apresentadas para a realização de Stand Ups é a maneira como ela evangeliza. Quando se convida alguém para ir à igreja muitas vezes é negado o convite. Porém quando se convida para ouvir palavras engraçadas, a aceitação é mais fácil. Através do humor se leva a Palavra da Salvação às pessoas.
Segundo os criadores do “Apóstolos da Comédia” existem músicas cristãs que não agradam as pessoas, pois cada tem sua preferência musical, mas o humor é algo universal e uma ótima estratégia de evangelização.
Já dizia o ditado popular “rir é o melhor remédio”. Para o cristão o bom humor deve fazer parte do cotidiano. Portanto falar do Amor de Deus através do humor integra-se à lista de estratégias de evangelização.
VÍDEOS:
Fonte: Gospel+